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16/03/2006
Instalações Elétricas do Século XXI: Uma economia de até 35% no bolso do consumidor.
 

“As inovações possuem características interessantes, nascem de processos contestatórios ou investigativos e posteriormente, quase sempre, ditam caminhos para a evolução.”

Em tempos de grandes preocupações com a preservação das reservas mundiais de energia, surge uma pequena empresa gaúcha que está revolucionando o conceito de eficiência no que se refere às instalações elétricas de baixa tensão, como de residências, prédios comerciais, pavilhões e boa parte das instalações industriais. Desde 1879, quando Thomas Edison inventou a luz elétrica através da lâmpada e a eletricidade iniciou o seu processo de utilização por toda a humanidade, as inovações pertinentes se concentraram nos modos de se aproveitar essa energia, como motores, lâmpadas para diversos fins e incontáveis tipos de aparelhos eletro-eletrônicos, que tornaram a vida muito mais confortável; mas, em todo esse tempo que passou, muito pouco se fez ou quase nada, se olharmos pelo enfoque da qualidade das instalações que alimentam todos esses equipamentos. Sempre se ensinou a fazer emendas, até porque, necessário é ramificar a fiação para poder atender todos os pontos de consumo (tomadas, interruptores, lâmpadas, etc.). E, nos dias de hoje, para demonstrar que uma instalação está OK (aparentemente), liga-se o interruptor para que a lâmpada ascenda. Feito este rápido teste, confirma-se que a instalação está perfeita.

Também é bom lembrar que antes do “apagão” não se falava em desperdício de energia, e nem se questionava a eficiência das emendas. O que alguém fez um dia lá no século XIX, por absoluta falta de dispositivo adequado que permitisse a junção de dois ou mais condutores, tornou-se prática habitual nos anos que se seguiram, sem que houvesse qualquer tipo de investigação sobre a qualidade de contato dessas emendas. A prática de enrolar fios entre si tornou-se regra mundial, até com orientação de alguns para que estanhassem depois, todas as emendas feitas, induzidos pela idéia de que o contato ficaria mais seguro. O que demonstra total desconhecimento dos fundamentos da Física. Quem estudou “resistividade” sabe que o estanho é quase oito vezes menos condutor que o cobre. Se fosse igual ou superior em condutância, logicamente que teríamos fios e cabos de estanho. E isto não ocorre. Outro erro que também foi universalizado, refere-se a afirmativa de que uma instalação elétrica, após concluída, seja definitiva, duradoura. Nunca foi, não é e nunca será. A passagem da corrente elétrica é uma força em movimento e esta força gera fadiga nos pontos de contato, principalmente quando utilizamos condutores inadequados. As emendas por si só não conseguem manter no tempo a qualidade de contato que tinham quando foram feitas. Uma mangueira d’água furada demonstra exatamente o que as emendas provocam nas instalações elétricas, desperdício.

Decidido a resolver a questão porque um dia se deparou com o problema, o economista, quase eletricista, João Carlos Sehn, desenvolveu uma tecnologia revolucionária para substituir todas as emendas das instalações elétricas de baixa tensão. Criou a DERSEHN DO BRASIL LTDA., para produzir e comercializar no mercado conexões capazes de evitar a fuga de energia, e por conseqüência, proporcionar economia aos consumidores. Poupar energia está virando moda e desejo de muita gente. Imaginem uma redução em torno de 35%. Quem não quer? Os primeiros resultados apresentaram reduções que variaram entre 25 e 60%.

Pela importância desses percentuais, os Conectores Unipolares DERSEHN já estão sendo testados pelo Ministério das Minas e Energia dos Emirados Árabes, primeiro país a se interessar pela nova tecnologia.

A certificação nacional e internacional do Conector Unipolar, a cargo da Underwriters Laboratories Inc. (UL), principal laboratório responsável pela certificação deste tipo de material no mundo, está em fase final. Em pouco tempo a DERSEHN DO BRASIL, detentora exclusiva dessa tecnologia, poderá comercializar o produto para 96 países.

A DERSEHN, por ser uma empresa incubada no CIEMSUL – Centro de Incubação de Empresas da Região Sul, da UCPEL – Universidade Católica de Pelotas, com orientação da Faculdade de Engenharia Elétrica, contou com recursos do Programa de Apoio à Pesquisa na Pequena Empresa (PAPPE) da Secretaria de Ciência e Tecnologia do RS (SCT) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do RS (FAPERGS), junto com a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) do governo federal, fundamentais para a adequação das matrizes às normas internacionais. Assim, tanto as inovações da DERSENH DO BRASIL, quanto produtos de outras empresas gaúchas inovadoras, estão recebendo apoio de entidades e órgãos comprometidos com o desenvolvimento tecnológico do país.

 















     
 
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