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21/02/2007
Estatísticas alarmantes
 

A Matelec 2006, Salão Internacional de Material Elétrico e Eletrônico de Madri, é hoje o segundo maior evento do setor na Europa, atrás apenas da Feira de Milão.

Os organizadores da Matelec promoveram a Jornada sobre Segurança Elétrica - Plataforma de Revisão das Instalações Elétricas.

Foram divulgados os seguintes dados: 70% das instalações na Espanha são anteriores a 1973 e não cumprem os requisitos mínimos de segurança. Em números absolutos, as instalações de 3 milhoes de habitações foram seriamente negligenciadas pelos usuários, e mais de 9 milhões deveriam ser reformuladas em caráter de urgência.

As estatísitcas são alarmantes: 7 mil incêndios por causas elétricas, 150 vítimas fatais e prejuízos de 40 milhões de euros. É como se fosse uma catástrofe anunciada todos os anos.

Fonte: Revista Eletricidade Moderna, ano 35, nº 394, janeiro de 2007.

Pergunta: Sendo a Espanha, país de primeiro mundo, com normas severas de construção reconhecidas e os dados levantados são esses, qual será a qualidade das instalações elétricas brasileiras após 10, 15 ou 20 anos?

Segundo relatos preliminares divulgados pela Eletrobrás, em matéria veiculada no jornal ZERO HORA do dia 11 de janeiro de 2007, caderno Produtos e Serviços, página 2, a energia consumida pelas residências poderia ser economizada em 25%, no setor industrial 31%,  no comércio 19%, no setor público 5%, saneamento 5% e iluminação pública 4%.

Com o uso de equipamentos eficientes, afirma a estatal, a economia de todos esses setores somaria R$ 3,859 bilhões de reais, não considerados aqui os benefícios a serem gerados para o meio ambiente, para a segurança dos imóveis e principalmente, para a segurança das pessoas.

Reflexão: Com perdas tão gigantescas, ao ponto de alcançar bilhões (temos que repetir, bilhões), demonstra uma realidade que não contempla panos quentes. Sabemos que muitas vezes o uso de palhativos nas instalações elétricas ou relaxamento nas revisões das instalações ocorre pura e simplesmente em decorrência da visão financeira, onde tudo é custo, deixando para o acaso e para o consumidor final, quando houver despesa excessiva na conta de luz ou algum tipo de sinistro, investir numa tecnologia mais eficiente. Mas o estado, como agente promotor do desenvolvimento, regulador das atividades mercantis e responsável pela segurança pública, ao tomar ciência sobre as inovações que chegam ao mercado, deveria ser mais parceiro ao se posicionar e interferir nessas práticas que estão em desacordo com qualquer programa de eficiência energética. Os dados estatísticos comprovam.

 















     
 
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