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24/03/2009
China aumentará esforços para redução de emissões e desenvolvimento de novas energias
 

China - A Exposição Internacional de Poupança Energética, Redução de Emissões e Ciência de Novas Energias da China de 2009 começou, no último dia 19 de março, na capital Beijing (China). O evento mostra as novas tecnologias desenvolvidas pela China. O ministro de Ciência e Tecnologia, Wan Gang, disse que a economia de energia, a redução de emissões e o desenvolvimento rigoroso de novas energias representam não apenas a necessidade urgente no combate à crise financeira global, como também uma opção inevitável para o desenvolvimento estável. A exposição, que reúne mais de cem empresas e institutos de pesquisa da China e tem uma área de 23 mil metros quadrados, é a maior do setor já realizada no país. A amostra de um modelo de processamento da Corporação Petroquímica da China, ou Sinopec, atraiu muitas pessoas. 

O diretor da companhia, Wang Le, disse que a exposição do modelo pode apresentar aos visitantes as medidas de poupança de energia e redução de emissões aplicadas em todo o processo de produção. Ele explicou com o exemplo de reciclagem de água residual: "A Sinopec dedicou grande esforço à pesquisa e à industrialização da coleta e utilização de água residual. Por exemplo, o tratamento com membrana dupla pode produzir água de alta qualidade para o uso industrial. Em 2008, nós economizamos 320 milhões de toneladas de água em comparação com 2005." O método de membrana dupla, mencionado por Wang, é uma tecnologia que purifica a água residual com materiais capazes de separar substâncias seletivamente. A exposição dos últimos resultados da pesquisa inclui instalações experimentais de fusão termonuclear, sistema de coleta de gás residual, iluminação pública a energia solar e equipamentos de energia eólica, todos desenvolvidos pela China. 

O ministro de Ciência e Tecnologia, Wan Gang, avaliou na abertura da exposição que o evento oferece um panorama completo dos últimos resultados de pesquisas da China na área de economia energética, redução de emissões e desenvolvimento de novas energias. Ele disse que diante da extensão dos impactos da crise financeira e do aumento da pressão assimétrica na economia, o governo chinês vai continuar dando atenção à poupança energética, redução de emissões e desenvolvimento de novas energias e tomá-lo como tarefa importante na transformação do modelo de produção e no reajuste da estrutura econômica. De acordo com o ministro, o governo chinês vai intensificar o apoio ao setor. "Faremos disposições importantes para o aumento da eficiência energética, a economia de energia em construções, novos materiais de poupança energética, o uso de energia em processos industriais e o controle da poluição ambiental. Aumentaremos o investimento no desenvolvimento de energias renováveis como eólica, solar e bioenergia, e de fontes não-petroquímicas como a nuclear e o hidrogênio." 

O governo planeja que, em comparação com 2005, o consumo energético por unidade do PIB seja cortado por 20% até 2010 e a emissão dos principais poluentes reduza 10%. Wan Gang disse que a China vai acelerar a difusão das novas tecnologias e reforçar as cooperações internacionais: "Como país responsável, a China vai participar, com uma atitude mais aberta, na elaboração dos critérios internacionais de economia de energia e emissão de poluentes, impulsionar projetos importantes como o Reator Experimental Termonuclear Internacional e a Parceria Internacional para a Economia de Hidrogênio, a fim de criar uma plataforma de cooperação tecnológica de desenvolvimento estável."

Fonte: CRI Online - 20.03.2009

 















     
 
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